sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Arrepia a noite!
Vem só, vazia.
O frio instala-se num sopro húmido e implacável.
A Saudade do teu corpo já não é mais escondida.
O encaixe supremo desta paixão, destes corpos afastados num destino a quem ouso confiar este amor, já faz falta.
O teu cheiro ainda paira no ar.
As tuas mãos! Ainda as sinto no meu corpo.
Quando o dia voltar, à realidade me entrego.
Disfarço a tristeza num sorriso e sigo caminho sem rumo e vontade.
Não adianta procurar-te, apesar de ter cedido todos os dias a ti.
Mas adianta dizer que vivo o dia-a-dia a pensar que o destino encarrega-se de nos juntar, não confias? Eu confio!

Tua nina ***

1 comentário:

Intermitências de Ecos disse...

A noite também me arrepia. É o meu ponto carente.

Sei que ninguém me entende, muito menos entenderão o que sinto. Talvez, não sei. Podem até me entender. Não interessa.
Chamem-me de louca... mas eu também confio, sabes?! Sim, eu confio!

*** :)