sábado, 17 de janeiro de 2009

Fiel até morrer?!

Os meus olhos são só teus...
Mas a minha mente falha-te...

Eles atraem-me os sentidos e brincam comigo desenfreados...

Como reajo?! Com indiferença!

O que sou?

Tola!!!

Porquê?!

Porque amo-te!

Até quando?!

Até quando o destino quiser.

8 comentários:

Intermitências de Ecos disse...

Mesmo que pudesses deixar de amar, sei lá, se fosse algo opcional, imaginemos... Será que escolherias deixar de o amar? Será que, apesar do 'sofrimento' dessa ausênsia fisica e psicológica, era mesmo isso que tu querias?

Pergunto-me isso tantas vezes..

Beijinho :)

Prisioneira de Sonhos disse...

Bem colocado!

Se bem que adorava que o jogo se inverte-se não que tenha feitio vingativo mas, para que ele pudesse ver que não é certo abusar de um sentimento maior...

Deixaste-me a pensar... lolol...GOSTO!

***

Intermitências de Ecos disse...

Era bom inverter os papéis, não era?! :)
Por isso é que, nos meus textos mais explosivos [que são raros], refiro sempre o quanto eu gostava que um dia "bebesse" do mesmo fel - mesmo que não seja por mim. Não é vingança, mais do que isso... um prazer :)

Contudo, também penso muitas vezes nisso, mas a única conclusão a que chego é que tenho diferentes vontades, consoante o estado da alma. Acontece.

:) ****

Eu sei que vou te amar disse...

A fidelidade dos sentimentos por vezes pode ser uma prisao de nos mesmos, é necessario aceitar que nem sempre as coisas acontecem como desejamos, minha linda liberta-te!
Beijo doce

ลndreia disse...

Até quando quiseres! *

Marcos Satoru Kawanami disse...

Os olhos são o desejo, que é constante no teu amor; parte instintiva.
A parte social está explícita: "minha mente"; e esta analisa a conveniência da relação que, por haver conflito, tem lado desfavorável.
Outros títulos possíveis: "Serva do Desejo", "Senhor Meu Instinto".
Será? Meio rude, né?
Relendo o "Pó de Anjo", do Pedro S. Martins, percebi a metáfora de "droga". Todavia, o público dele tende a ficar mais restrito aos literatos, se as excentricidades forem amiudadas. Digo por experiência própria; eu quis proteger o Pedro de mágoas, pois o vulgo mormente não aparta o eu-lírico do autor, e metáforas sutis podem ser catastróficas.

beijó(K)awanami

Prisioneira de Sonhos disse...

Condenaremos a escrita se a cada palavra liberta pensarmos o que o publico vai pensar...

A poesia nem sempre se encaixa em todas as mentes...

Não podemos agradar a todos...

Se o fazes limitas o teu trabalho... e pelo que já visitei do teu blog seria um crime deixares de escrever o que a tua alma transmite...

Continua! BEijo

DE-PROPOSITO disse...

Até quando?!
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Uma incógnita, a que é difícil responder.
fica bem.
Felicidades.